O mundo não é. O mundo está sendo.
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
- It's
Figura em mim, os movimentos doces, de um doce de leite.
Cai sobre mim, o fino tino da melodia doce, deleite.
Esbalde sobre mim a doçura do saber e ver, sentir - comer - num doce deleite.
Saliva em mim, a água doce, que vem do doce da boca, hum, é de leite.
Cada passagem fúlgida, cada passo certo, cada grão de açúcar, que compõe os doces, o de leite.
Faça-se em mim, um doce, é leite com doce, é um doce deleite, é calmo e intenso, é doce.
Eu sumo, eu viajo, eu voo, a cada doce, a cada doce que percorre minha boca, minha fala.
Eu transbordo em mim, ao ver o deleite que me faz o seu doce.
Eu me rendo a sentir o doce, o leite, o deleite, o fim.
Figura em mim, o estase doce - fixo - parado. Um doce de leite, um deleite.
em amor.
Cai sobre mim, o fino tino da melodia doce, deleite.
Esbalde sobre mim a doçura do saber e ver, sentir - comer - num doce deleite.
Saliva em mim, a água doce, que vem do doce da boca, hum, é de leite.
Cada passagem fúlgida, cada passo certo, cada grão de açúcar, que compõe os doces, o de leite.
Faça-se em mim, um doce, é leite com doce, é um doce deleite, é calmo e intenso, é doce.
Eu sumo, eu viajo, eu voo, a cada doce, a cada doce que percorre minha boca, minha fala.
Eu transbordo em mim, ao ver o deleite que me faz o seu doce.
Eu me rendo a sentir o doce, o leite, o deleite, o fim.
Figura em mim, o estase doce - fixo - parado. Um doce de leite, um deleite.
em amor.
terça-feira, 17 de março de 2009
sábado, 28 de fevereiro de 2009
- Ctrl.
Escorreguei.
Nas palavras não ditas
nas linhas retas de um amor abstrato
no ardor de um ciúme imediato
no pico de uma íngreme desilusão
na fato marcado, na foto amarelada
digitalmente corrigida com leves pinceladas de felicidade
forjada, num cenário debochado, de quem quer fingir amar.
Escorreguei no fim da fila.
Escorreguei no degradê dos sentimentos
No décimo terceiro mandamento
que alguém certamente criará.
Eu deslizei nesse caleidoscópio de imagens fulminantes
Velejante, impactante, e sem nexo em rimar.
Eu escorrego nas palavras, nas bocas de quem fala, e na boca de quem quer beijar.
Deslizo nas mãos de quem persegue, nas mãos de quem me negue o desprazer que me negar.
Eu escorrego nos olhos de quem me vê, e no olho de quem me enxerga.
Eu caio, eu caio, eu caio.
Eu escorrego: a minha mente, delinqüente, quase eloqüente...
que mente. Que mente.
Nas palavras não ditas
nas linhas retas de um amor abstrato
no ardor de um ciúme imediato
no pico de uma íngreme desilusão
na fato marcado, na foto amarelada
digitalmente corrigida com leves pinceladas de felicidade
forjada, num cenário debochado, de quem quer fingir amar.
Escorreguei no fim da fila.
Escorreguei no degradê dos sentimentos
No décimo terceiro mandamento
que alguém certamente criará.
Eu deslizei nesse caleidoscópio de imagens fulminantes
Velejante, impactante, e sem nexo em rimar.
Eu escorrego nas palavras, nas bocas de quem fala, e na boca de quem quer beijar.
Deslizo nas mãos de quem persegue, nas mãos de quem me negue o desprazer que me negar.
Eu escorrego nos olhos de quem me vê, e no olho de quem me enxerga.
Eu caio, eu caio, eu caio.
Eu escorrego: a minha mente, delinqüente, quase eloqüente...
que mente. Que mente.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
- Amanhã eu fiz.
Ontem eu farei minha liberdade.
Ontem eu concretizarei meus sonhos.
Ontem eu planejarei meu dia.
Ontem eu conquistarei montanhas.
Ontem eu beijarei o mundo.
Ontem eu transarei com o mar.
Ontem eu renovarei a vida.
Ontem eu amarei o vivo.
Ontem eu falarei com deuses.
Ontem eu fugirei do certo.
Ontem eu colherei os frutos que foram plantados amanhã.
Ontem eu sonharei contigo.
Ontem eu mergulharei na alma.
Ontem receberei meu habeas corpus
Ontem arrancarei meu íntimo.
Ontem matarei a ânsia.
Ontem eternizarei palavras.
Ontem cederei meu própolis.
Ontem fabricarei meu mel.
Ontem embriagarei meus olhos.
Ontem assinarei a paz.
Ontem, ontem eu farei o sol brilhar mais forte.
Ontem, eu inverterei os tempos, reais...verbais.
Ontem eu concretizarei meus sonhos.
Ontem eu planejarei meu dia.
Ontem eu conquistarei montanhas.
Ontem eu beijarei o mundo.
Ontem eu transarei com o mar.
Ontem eu renovarei a vida.
Ontem eu amarei o vivo.
Ontem eu falarei com deuses.
Ontem eu fugirei do certo.
Ontem eu colherei os frutos que foram plantados amanhã.
Ontem eu sonharei contigo.
Ontem eu mergulharei na alma.
Ontem receberei meu habeas corpus
Ontem arrancarei meu íntimo.
Ontem matarei a ânsia.
Ontem eternizarei palavras.
Ontem cederei meu própolis.
Ontem fabricarei meu mel.
Ontem embriagarei meus olhos.
Ontem assinarei a paz.
Ontem, ontem eu farei o sol brilhar mais forte.
Ontem, eu inverterei os tempos, reais...verbais.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
- Álgebra, geometria - Anatomia.
Fiz dos concorrentes, paralelos.
Essa é a matemática dos amantes.
A geometria do imensurável.
Meça o amor...
e encontrará a razão por que números são infinitos.
Essa é a matemática dos amantes.
A geometria do imensurável.
Meça o amor...
e encontrará a razão por que números são infinitos.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
- Nu (Parte II)
O seqüestro aconteceu.
Levou o mais caro, o mais raro.
Usurpadores de máscaras idênticas
enfileirados nas paredes das ilusões precipitadas
Vieram na gritada da noite
Os gritos se confundiam com a chuva de pesadelos
E os pesadelos se confundiam com a aparente realidade.
as placas sinalizavam o caminho errado
era exatamente lá que estava o desejo.
entre os gritos, pesadelos e mentiras
havia o precipício das hipocrisias, lá ficavam os obstáculos para aproximação
Depois, passaram pelas flores caídas, a parte boa que caia sobre o chão banhado de gotas pesadas
Chegaram à prisão, onde estavam os amados.
Libertadores, libertinagem, lixo.
roubaram.
Roubaram a certeza da mente, roubaram a satisfação a ser sentida
satisfação em feto, satisfação sendo gerada, no ventre da mãe - imaginação.
Invadiram minha mente.
Levou o mais caro, o mais raro.
Usurpadores de máscaras idênticas
enfileirados nas paredes das ilusões precipitadas
Vieram na gritada da noite
Os gritos se confundiam com a chuva de pesadelos
E os pesadelos se confundiam com a aparente realidade.
as placas sinalizavam o caminho errado
era exatamente lá que estava o desejo.
entre os gritos, pesadelos e mentiras
havia o precipício das hipocrisias, lá ficavam os obstáculos para aproximação
Depois, passaram pelas flores caídas, a parte boa que caia sobre o chão banhado de gotas pesadas
Chegaram à prisão, onde estavam os amados.
Libertadores, libertinagem, lixo.
roubaram.
Roubaram a certeza da mente, roubaram a satisfação a ser sentida
satisfação em feto, satisfação sendo gerada, no ventre da mãe - imaginação.
Invadiram minha mente.
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